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Morrer de Improviso
A dor da palavra voltou, e eu sem saber o que fazer dela... sangrei
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Flying club cup
Viana do Castelo, Dezembro 2008
Viana do Castelo, Dezembro 2008
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Oh yeahhh
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
The post-hit collection # 22
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
domingo, 23 de novembro de 2008
While Jesus is saving
I'm spending all my grace
Shoegazing
Gato Vadio, Novembro de 2008
Famalicão, Novembro 2008
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
3 poemas de Yves Namur
Uma voz
ergueu-se das cavidades do Inverno,
doce e leve
como a palavra sem peso
que vinha da tua boca.
Uma voz terá assim regressado
para perturbar o canto
e
a única pergunta
que ainda se não ousava fazer
às aves da alma.
**
Aquele que entreabre a boca
por um instante que seja,
esse estará talvez esquecido de
que o seu corpo é todo ele feito de aves,
àrvores voadoras e constelações de fogo.
E que desta maneira e pouco a pouco
se esvaziará disso,
de tudo isso.
**
Será o poema essa coisa ínfima
que rodeia o corpo e a ausência?
Essa parte ínfima
que arde
e sempre está a arder
na rosa insuspeitada?
domingo, 9 de novembro de 2008
O teu
corpo é uma nuvem
que se atravessa
de olhos fechados
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